quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Desabafos... mais....

Eu ia escrever sobre uma coisa e acabei optando por escrever ou postar outra. Conversando com um amigo meu, o Alê, falei sobre o cvv. Na minha vida o cvv funciona assim: Eu faço cvv. As pessoas me ligam, eu ajudo, apoio, dou uma força. Pronto. Fiz a minha parte... Ok ok... tb existe uma outra definição, mas fica entrelinhas..... kkk

Bom, achei o site do verdadeiro cvv e achei válido colocar aqui. Pode ser que ajude. Afinal de contas, quem já olhou pro celular, passou por todos os nomes, ligou prum monte de gente e ninguém pode te atender...

Apoio sim essa atitude, tanto de quem liga como de quem recebe a ligação... quem sabe eu não me torne uma voluntária....

Para maiores informações: http://www.cvv.com.br/index.htm

Em 1962, em São Paulo, foi fundado o Centro de Valorização da Vida, em decorrência do aumento do suicídio nas grandes metrópoles, tendo como objetivo a prevenção ao suicídio, através do apoio emocional oferecido por pessoas voluntárias às pessoas angustiadas, solitárias ou mesmo sem vontade de viver. Assim, iniciava-se o Programa CVV ou simplesmente CVV.
O Centro de Valorização da Vida como instituição, é reconhecido como Entidade de Utilidade Pública Federal pelo Decreto Lei nº 73.348 de 20 de dezembro de 1973, e desenvolve também outras atividades filantrópicas como o Hospital Francisca Julia, para doentes mentais sem recursos.
Quanto ao CVV, que é um programa de prevenção ao suicídio e valorização da vida, adotado por diversas instituições mantenedoras pelo Brasil, e concretizando-se como Posto CVV, se caracteriza por ser movimento filantrópico, civil sem fins lucrativos e desvinculado de religiões e política.
Conta com 2500 voluntários, 57 postos distribuídos pelo Brasil, que colocam-se gratuitamente a disposição de todos que sentem solidão, angústia, desespero e desejam desabafar.