Eu queria tanto te abraçar.
Queria tanto perpetuar o seu cheiro na minha pele.
Pq isso me faz feliz.
Ao mesmo tempo queria enlouquecer de amor, queria perder a razão só para poder dizer ao mundo o quanto eu te quero.
Ou apenas,demonstrar tudo isso na simplicidade de segurar sua mão. Simples assim.
Mas ao mesmo tempo..
Aquele mmo que é "nosso" inimigo. Nosso amigo... secreto talvez.
Eu queria tantas coisas. Mas tantas, que talvez eu nem saiba... Nem sonhe... e ainda assim te surpreenderia.
Isso seria um email. Isso seria uma ligação telefônica. Mas pra quê?
Só sei que você me perturba, me irrita. Não, mentira. Não é você.. Sou eu e esse sentimento agonizando dentro de mim.
Doido pra correr, pra existir de verdade.
oopss... dead end é logo ali......
----
A gente não se viu, eu nem te toquei, nem senti seu perfume.
Foi tudo aqui dentro. Do coração. Da memória.
E das lembranças e revivi tantas emoções, tantos suspiros..
E com isso eu simplesmente não consegui parar de pensar em vc. Nas coisas todas - boas e ruins- que passamos juntos. Que passamos separados...
Isso pode ser uma declaração. Pode ser que eu me arrependa, pode ser que sejam palavras lançadas ao vento, mas hoje...
Hoje foi um dos dias que eu mais te amei.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
Satisfações
Não.
Não abandonei minha terapia escrita - aka isso aqui.
Eu apenas tenho feito coisas distintas.
Além da cansativa procura de emprego a exaustão da prática do amor próprio.
Ando apaixonada, mais do que devia.
Ando amedrontada, mais do que a realidade.
Ando pessimista, mas tentando equilibrar com o bright side.
Tem sido um período conturbado. Que mescla a ambiguidade, a felicidade, a tristeza, a depressão, o medo (de novo e sempre). A alegria, o efêmero, os sonhos desfeitos, as vontades não saciadas.
De certa forma não me sinto sozinha, embora o sentimento de solidão seja persistente, pq a maioria dos meus amigos também se encontram em crise. E me pergunto se de fato existe a felicidade. Eu seria leviana se acreditasse que
ela não existe. Pq eu já estive com ela. Só penso que ela seja meio desapegada.. não gosta muito de ser linear na vida das pessoas.
Não tenho feito muitos planos. Não tenho sonhado muito.
Tenho levados tantos "nãos" (ainda) que o medo (de novo e sempre) faz com que eu me segure. Eu me retenha. Isso é tão ruim, porque perco minha essência. Perco o brilho e a vontade (de uma série de coisas). Ai eu penso que estou sonhando errado, que estou querendo concretizar coisas que não me pertencem, que estou caminhando na direção errada. Mas também tenho me questionado: qual a direção menos errada? Pq não sei. Sinceramente. E não há ninguém que possa me orientar. Pq eh referente a minha vida, às minhas motivações, minhas conquistas. Eu que preciso levantar todos os dias e procurar. E me guiar.
Também tenho tanto a dizer, sentir, demonstrar e não posso. Então pra quê sentir, dizer, demonstrar?? Deixar de lado, abafar, esquecer, superar talvez sejam os verbos a serem usados nesse momento... E todos os questionamentos me parecem ciclicos. e não ter respostas claras, idem!
Me sinto melhor.
Não abandonei minha terapia escrita - aka isso aqui.
Eu apenas tenho feito coisas distintas.
Além da cansativa procura de emprego a exaustão da prática do amor próprio.
Ando apaixonada, mais do que devia.
Ando amedrontada, mais do que a realidade.
Ando pessimista, mas tentando equilibrar com o bright side.
Tem sido um período conturbado. Que mescla a ambiguidade, a felicidade, a tristeza, a depressão, o medo (de novo e sempre). A alegria, o efêmero, os sonhos desfeitos, as vontades não saciadas.
De certa forma não me sinto sozinha, embora o sentimento de solidão seja persistente, pq a maioria dos meus amigos também se encontram em crise. E me pergunto se de fato existe a felicidade. Eu seria leviana se acreditasse que
ela não existe. Pq eu já estive com ela. Só penso que ela seja meio desapegada.. não gosta muito de ser linear na vida das pessoas.
Não tenho feito muitos planos. Não tenho sonhado muito.
Tenho levados tantos "nãos" (ainda) que o medo (de novo e sempre) faz com que eu me segure. Eu me retenha. Isso é tão ruim, porque perco minha essência. Perco o brilho e a vontade (de uma série de coisas). Ai eu penso que estou sonhando errado, que estou querendo concretizar coisas que não me pertencem, que estou caminhando na direção errada. Mas também tenho me questionado: qual a direção menos errada? Pq não sei. Sinceramente. E não há ninguém que possa me orientar. Pq eh referente a minha vida, às minhas motivações, minhas conquistas. Eu que preciso levantar todos os dias e procurar. E me guiar.
Também tenho tanto a dizer, sentir, demonstrar e não posso. Então pra quê sentir, dizer, demonstrar?? Deixar de lado, abafar, esquecer, superar talvez sejam os verbos a serem usados nesse momento... E todos os questionamentos me parecem ciclicos. e não ter respostas claras, idem!
Me sinto melhor.
sábado, 24 de dezembro de 2011
Natal.
Estou um pouco (bem) resistente para desejar feliz Natal. Não sei... tentei entrar no clima, tentei perdoar, superar, entender, aceitar, desapegar. Tentei não sentir saudades, não sentir tristeza, medo, incerteza.
Tentei ser forte, corajosa, guerreira. Mas não está sendo possível.
Porque tenho esses medos, essas questões mal e não resolvidas. Tenho na prática situações que não se combinam entre si, mesmo que todos queiram insistir que sim, que não se suportam, toleram. E ainda assim tenho que ter um sentimento positivo dentro de mim?
Como crer que uma noite pode mudar uma vida? Um (mal) hábito? Uma rotina?
Como crer que haverá coletividade sendo que cada um está mais preocupado consigo?
Como crer que haverá desejos sinceros de um feliz natal, sendo que "ontem" eu senti um sentimento contrário?
Como crer que há amor, sendo que recebi olhares reprovadores, duvidosos?
Pois é esse o patamar dos meus sentimentos.
Entre um sorriso amarelo, um aperto de mão frio ou lágrimas geladas.
Queria distância disso. Ou melhor: queria estar dentro desse sentimento. Mas de verdade e não inserida nesse contexto de propaganda de margarina.
Enfim, e mesmo que azeda, ácida, depressiva... Feliz Natal.
Tentei ser forte, corajosa, guerreira. Mas não está sendo possível.
Porque tenho esses medos, essas questões mal e não resolvidas. Tenho na prática situações que não se combinam entre si, mesmo que todos queiram insistir que sim, que não se suportam, toleram. E ainda assim tenho que ter um sentimento positivo dentro de mim?
Como crer que uma noite pode mudar uma vida? Um (mal) hábito? Uma rotina?
Como crer que haverá coletividade sendo que cada um está mais preocupado consigo?
Como crer que haverá desejos sinceros de um feliz natal, sendo que "ontem" eu senti um sentimento contrário?
Como crer que há amor, sendo que recebi olhares reprovadores, duvidosos?
Pois é esse o patamar dos meus sentimentos.
Entre um sorriso amarelo, um aperto de mão frio ou lágrimas geladas.
Queria distância disso. Ou melhor: queria estar dentro desse sentimento. Mas de verdade e não inserida nesse contexto de propaganda de margarina.
Enfim, e mesmo que azeda, ácida, depressiva... Feliz Natal.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
a arte de levar um não. Ou vários
Como manter a serenidade quando você:
Está distante de onde gostaria de estar?
Perde parte de suas coisas e simplesmente é obrigada a conviver com o silêncio?
gosta de alguém que também te quer bem. E só?
está com sede e pensa em tomar um refrigerante gelado. Aquele que todos torcem o nariz, e só você gosta. Mas de repente... não tem nenhum dentro da geladeira?
rala no pilates, mas a sua aparência não muda e ninguém nota se/que você emagreceu
faz uma série de coisas pras pessoas ao seu redor, mas vc sente que nunca está bom ou é o suficiente?
entra na sua conta bancária, e nada ...
quer fazer o download de um seriado, mas a internet não colabora.
E o que dizer do seu pseudo- computador? Todo quebrado...
tem um visto negado e ao mesmo tempo fica sabendo de pessoas comemorando a extensão de suas permanências.
sente medo por ter sonhos recorrentes. Justamente aqueles que são premonitoriamente significativos para você
não tem nada que possa chamar de seu
Isso não seria nada se ocorressem de maneira isoladas. Pontuais. Mas eu tenho certeza que até a pessoa mais zen desse universo sentiria um desconforto.
A sensação "numb" que eu tenho ameniza a seriedade desses e outros tantos fatos não relatados aqui. Mas a dor é grande. Essa neblina toda, nesse pântano úmido, escuro me deixa entorpecida.
Cada dia é menos um dia, mas do que de sofrimento? Ou de possibilidade de ser feliz?
Tenho medo de sonhar. Pq tenho colecionado tantos "nãos"....
Está distante de onde gostaria de estar?
Perde parte de suas coisas e simplesmente é obrigada a conviver com o silêncio?
gosta de alguém que também te quer bem. E só?
está com sede e pensa em tomar um refrigerante gelado. Aquele que todos torcem o nariz, e só você gosta. Mas de repente... não tem nenhum dentro da geladeira?
rala no pilates, mas a sua aparência não muda e ninguém nota se/que você emagreceu
faz uma série de coisas pras pessoas ao seu redor, mas vc sente que nunca está bom ou é o suficiente?
entra na sua conta bancária, e nada ...
quer fazer o download de um seriado, mas a internet não colabora.
E o que dizer do seu pseudo- computador? Todo quebrado...
tem um visto negado e ao mesmo tempo fica sabendo de pessoas comemorando a extensão de suas permanências.
sente medo por ter sonhos recorrentes. Justamente aqueles que são premonitoriamente significativos para você
não tem nada que possa chamar de seu
Isso não seria nada se ocorressem de maneira isoladas. Pontuais. Mas eu tenho certeza que até a pessoa mais zen desse universo sentiria um desconforto.
A sensação "numb" que eu tenho ameniza a seriedade desses e outros tantos fatos não relatados aqui. Mas a dor é grande. Essa neblina toda, nesse pântano úmido, escuro me deixa entorpecida.
Cada dia é menos um dia, mas do que de sofrimento? Ou de possibilidade de ser feliz?
Tenho medo de sonhar. Pq tenho colecionado tantos "nãos"....
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Rascunhos...
Acho que nunca tive tantos rascunhos nesse blog...
Digo, nesses últimos meses... há muitas lacunas, palavras desconexas, em branco, há mtos pontinhos...
Nada concreto, nada posto. Postado.
Retrato da minha vida? Fiel...
Digo, nesses últimos meses... há muitas lacunas, palavras desconexas, em branco, há mtos pontinhos...
Nada concreto, nada posto. Postado.
Retrato da minha vida? Fiel...
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Fix you
Eu erro ao dizer o que sinto. Eu erro ao demonstrar o que sinto.
Me desculpo por ambos... O sentir e o demonstrar.
E as vezes sinto (e veja posso estar errada) que tudo começa a desmoronar.
Sorriso são lágrimas e lágrimas... são lágrimas.
E elas aparecem. Querendo ou não.
Could it be worse?
Pois pode ser que sim, como pode muito bem ser que não.
Mas como saber??
Tentando eu erro... acertando eu também erro.
Geralmente recebo o que preciso e não o que eu quero. E o que eu preciso não é necessariamente o que eu quero. Mas esteja certo: quando passo a querer o que preciso... Não o terei... Deixou de ser a necessidade para virar supérfluo.. Vaidoso. E é aqui que sempre me dou mal.
Eu tento. Mas ... Há decisões que estão acima de mim. E as vezes preciso abrir mão. Mesmo se eu quiser tentar. Tenho que deixar ir. Let it go...
Afinal de contas... a dor de tentar repor aquilo que é não existe é minha.
E não adianta eu tentar mudar. Me mudar. Te mudar.
Tentar não vale. E com certeza isso seria um erro...
Me desculpo por ambos... O sentir e o demonstrar.
E as vezes sinto (e veja posso estar errada) que tudo começa a desmoronar.
Sorriso são lágrimas e lágrimas... são lágrimas.
E elas aparecem. Querendo ou não.
Could it be worse?
Pois pode ser que sim, como pode muito bem ser que não.
Mas como saber??
Tentando eu erro... acertando eu também erro.
Geralmente recebo o que preciso e não o que eu quero. E o que eu preciso não é necessariamente o que eu quero. Mas esteja certo: quando passo a querer o que preciso... Não o terei... Deixou de ser a necessidade para virar supérfluo.. Vaidoso. E é aqui que sempre me dou mal.
Eu tento. Mas ... Há decisões que estão acima de mim. E as vezes preciso abrir mão. Mesmo se eu quiser tentar. Tenho que deixar ir. Let it go...
Afinal de contas... a dor de tentar repor aquilo que é não existe é minha.
E não adianta eu tentar mudar. Me mudar. Te mudar.
Tentar não vale. E com certeza isso seria um erro...
domingo, 6 de novembro de 2011
Para quem amo
É pela fragilidade de suas mãos que eu tento lhe apresentar o meu mundo.
Seja pela dor, mas antes pelo amor.
Porque você sabia o que era. Como era. Para que era.
Em significados reais para demandas urgentes. Seu mundo.
Possuidora de um grande e invejável caráter.
Me procuro em você. Mas encontro pouco. E percebo que preciso de mais. Tudo mais.
Tempo, amor, tempero. Grandiosidade.
As vezes só presto atenção à sua respiração. E você nem percebe. Dorme solenimente ao meu lado. Enquanto eu tento me achar. Enquanto eu tento ser quem melhor sou.
E quando você acorda diz sem o menor pudor:" não preguei os olhos essa noite".
Nada posso fazer nada a não ser concordar. Pode ter sido exatamente o contrário. Você não pregou os olhos essa noite justamente porque velava meu sono, tomava conta dos meus sonhos e prestava atenção em minha respiração.
Seja pela dor, mas antes pelo amor.
Porque você sabia o que era. Como era. Para que era.
Em significados reais para demandas urgentes. Seu mundo.
Possuidora de um grande e invejável caráter.
Me procuro em você. Mas encontro pouco. E percebo que preciso de mais. Tudo mais.
Tempo, amor, tempero. Grandiosidade.
As vezes só presto atenção à sua respiração. E você nem percebe. Dorme solenimente ao meu lado. Enquanto eu tento me achar. Enquanto eu tento ser quem melhor sou.
E quando você acorda diz sem o menor pudor:" não preguei os olhos essa noite".
Nada posso fazer nada a não ser concordar. Pode ter sido exatamente o contrário. Você não pregou os olhos essa noite justamente porque velava meu sono, tomava conta dos meus sonhos e prestava atenção em minha respiração.
domingo, 23 de outubro de 2011
Da série: Pessoas de Vancouver - Cap 6 - Arthur
Sei que parei de dizer sobre elas e que estou em dívida com poucas outras. Mas me comprometo publicamente a mudar isso. E vai ser a partir de agora.
O Arthur.
O Arthur tem um ar soberano. Além de ser um ser humano lindo.
Nos conhecemos num lindo dia sol. Mas já era quase noite. E foi numa mesa redonda que nossa amizade começou.
Cercados de boa música, cerveja e gente bonita. Receita perfeita.
E dali partiu. Mais dias de sol, mais música, mais passeios, mais papos. Altos papos. Partidas de uno. Partidas de poker. E muitas, mtas palavras de apoio, suporte. Abraços partilhados. Abraços de despedida...
E eu voltei pro Brasil e ele ficou em Vancouver.
A distância trouxe para ambos momentos de provação.
E o saldo sempre é aprendizado.
Nossas conversas já não eram as mesmas, mas apenas devido ao tempo, ou a falta dele pelo acúmulo de vida. Mas o carinho sempre foi bem cultivado.
E foi então que o vi, via skype pela primeira vez em meses. Meu coração pulou de alegria e saudades. E a conversa foi rápida, mas foi bom vê-lo. Eu chorei. E foi de saudade.
E então ele me manda uma msg engraçada. Pedindo meu endereço. E eu respondi questionando como ele faria pra caber dentro do envelope. Ele riu. Mas disse que faria o possível pra isso acontecer. Eu ri.
Marcamos de conversar via Skype, again. Conexão Vancouver-São Bernardo!
O dia marcado começou tão bonito como o dia em que nos conhecemos. Sol.
E a noite chegou logo, estava como a noite em que nos conhecemos. Fresca.
Mas cadê o cidadão? Eu ansiosa por falar com ele.
Me irritei qdo a campainha tocou, tirando o foco da minha ansiedade.
Era a Sandra. Mas eu não conhecia a Sandra, mas me aproximei dela. Afinal de contas, ela esbanjava simpatia. Tinha um energia mto boa ali. Confiei.
Ela me disse que tinha uma encomenda pra mim. Fiquei parada, sem entender.
E de repente a ecomenda era o Arthur. Em carne, osso e soberania!
Ele não estava dentro de nenhum envelope, claro! Mas estava ali. De verdade.
Fiquei em choque. Fiquei em choque. E com um sorriso como eu não dava há muito tempo.
Ele tão cheiroso. Eu tão saida do trabalho...
Ele tão verdadeiro. E eu tão atônita...
O segundo parou. E sua repetição não se tornou minuto.
Pq eu não conseguia assimilar. Eu ia falar com ele...pelo skype e agora ele estava na minha frente.... Enfim... ainda é surreal.
Agora de novo, antes que as pessoas criem a imagem de que sou/estou apaixonada por ele ou vice-versa: existe uma enorme admiração. Existe uma enorme amizade, que não dá pra explicar. E nem precisa. Porque quando é verdadeiro, recíproco....
Obrigada, por ter me feito feliz. Obrigada por ter colocado um sorriso verdadeiro em mim.
Seja muito mais que bem vindo.
Boa sorte nessa nova jornada! Pq eu sei que já deu certo!
Um brinde ao rei dos reis, Arthur, the King!
O Arthur.
O Arthur tem um ar soberano. Além de ser um ser humano lindo.
Nos conhecemos num lindo dia sol. Mas já era quase noite. E foi numa mesa redonda que nossa amizade começou.
Cercados de boa música, cerveja e gente bonita. Receita perfeita.
E dali partiu. Mais dias de sol, mais música, mais passeios, mais papos. Altos papos. Partidas de uno. Partidas de poker. E muitas, mtas palavras de apoio, suporte. Abraços partilhados. Abraços de despedida...
E eu voltei pro Brasil e ele ficou em Vancouver.
A distância trouxe para ambos momentos de provação.
E o saldo sempre é aprendizado.
Nossas conversas já não eram as mesmas, mas apenas devido ao tempo, ou a falta dele pelo acúmulo de vida. Mas o carinho sempre foi bem cultivado.
E foi então que o vi, via skype pela primeira vez em meses. Meu coração pulou de alegria e saudades. E a conversa foi rápida, mas foi bom vê-lo. Eu chorei. E foi de saudade.
E então ele me manda uma msg engraçada. Pedindo meu endereço. E eu respondi questionando como ele faria pra caber dentro do envelope. Ele riu. Mas disse que faria o possível pra isso acontecer. Eu ri.
Marcamos de conversar via Skype, again. Conexão Vancouver-São Bernardo!
O dia marcado começou tão bonito como o dia em que nos conhecemos. Sol.
E a noite chegou logo, estava como a noite em que nos conhecemos. Fresca.
Mas cadê o cidadão? Eu ansiosa por falar com ele.
Me irritei qdo a campainha tocou, tirando o foco da minha ansiedade.
Era a Sandra. Mas eu não conhecia a Sandra, mas me aproximei dela. Afinal de contas, ela esbanjava simpatia. Tinha um energia mto boa ali. Confiei.
Ela me disse que tinha uma encomenda pra mim. Fiquei parada, sem entender.
E de repente a ecomenda era o Arthur. Em carne, osso e soberania!
Ele não estava dentro de nenhum envelope, claro! Mas estava ali. De verdade.
Fiquei em choque. Fiquei em choque. E com um sorriso como eu não dava há muito tempo.
Ele tão cheiroso. Eu tão saida do trabalho...
Ele tão verdadeiro. E eu tão atônita...
O segundo parou. E sua repetição não se tornou minuto.
Pq eu não conseguia assimilar. Eu ia falar com ele...pelo skype e agora ele estava na minha frente.... Enfim... ainda é surreal.
Agora de novo, antes que as pessoas criem a imagem de que sou/estou apaixonada por ele ou vice-versa: existe uma enorme admiração. Existe uma enorme amizade, que não dá pra explicar. E nem precisa. Porque quando é verdadeiro, recíproco....
Obrigada, por ter me feito feliz. Obrigada por ter colocado um sorriso verdadeiro em mim.
Seja muito mais que bem vindo.
Boa sorte nessa nova jornada! Pq eu sei que já deu certo!
Um brinde ao rei dos reis, Arthur, the King!
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A menina das fitas, dos laços...
Era uma vez uma menina com cabelo de anjo. Pequena e paparicada como uma boneca. A primeira e ate então a mais bela. Princesa- rainha.
Mãozinha pequena, sem redundância, apenas porque seus olhos grandes! Um futuro todo.
Andava enfeitada com fitinhas no cabelo. Aquele cabelo de anjo.
Andava enfeitada com fitas em seus vestidinhos, sapatinhos! Até nas meias. Ah essas fitas. Ahh esses laços.
Toda mimosa.
Ela cresceu, um pouco. E na meninice criava histórias. Fantasiava horas a fio. Era apenas ela e uma fita laranja com a qual bailava ludicamente por entre seus dedos... Laços criados.
Ela cresceu, mais um pouco. Foi pra vida. A fita, tão chegada, ficou no passado. Foi esquecida. Não era mais possível combinar os dois mundos. Aquele da fantasia com aquele que tantas vezes a fez rir, chorar, aprender, construir, estudar, viajar, trabalhar, namorar...
Ela, já grande, mas nem tanto de tamanho, nem percebia que colecionava fitas. Simplesmente gostava. De diversas origens. Dos presentes, do embrulho de bolo, de cabelo... E fazia laços. Começava com um nó, depois um laço, outo laço, mais um nó e pronto!
Laços de fitas que enfeitavam suas roupas, seu cabelo de anjo, ainda os sapatos, bolsas e carteira. Em tudo havia uma fita, alguns nós e então laços.
Sempre gostou, nunca entendeu.
Até que numa noite fresca, ouvindo a boa música sem saber de onde veio...ela se lembrou da sua primeira fita. Companheira inseparável, onde conscientemente tudo começou. E foi com um único pensamento que entendeu. Entendeu que apesar desses laços concretos que a acompanhavam desde sempre ela possuía tantos outros. Tão presentes quanto, mas totalmente metafóricos. Laços de família, de amizades, laços de relacionamentos amoroso, laços com vínculo empregatício. Achou poético. E ela também percebeu que eram lindos, fortes, diversos, sinceros. E em outro pensamento percebeu que exatamente no meio deles (dos reais e dos sentimentais) haviam nós. Um emaranhado deles, uma porção deles. Nó. Nós! Ela também se lembrou de nós que ela mesmo desfez ao longo de sua vida, de nós que estavam frouxos, de nós que não ligavam nada a coisa alguma ( não pense você que isso não é possível). Lembrou-se até de nós que ela nunca quis fazer, mas que estavam lá. E esses podiam ligar o nada à coisa alguma e ainda tinha aqueles que se confundiam, estavam ligados entre si.
E nessa mesma noite, onde tantas e outras descobertas foram feitas, onde tantas e outras lembranças invadiram seus pensamentos, a menina das fitas não conseguiu dormir..
Procurou em sua coleção uma que fosse mais parecida com aquela primeira. Era também uma questão de textura. E passou horas, madrugada adentro, debaixo das cobertas, criando histórias, bailando seus dedos, voltando à infância.
Mãozinha pequena, sem redundância, apenas porque seus olhos grandes! Um futuro todo.
Andava enfeitada com fitinhas no cabelo. Aquele cabelo de anjo.
Andava enfeitada com fitas em seus vestidinhos, sapatinhos! Até nas meias. Ah essas fitas. Ahh esses laços.
Toda mimosa.
Ela cresceu, um pouco. E na meninice criava histórias. Fantasiava horas a fio. Era apenas ela e uma fita laranja com a qual bailava ludicamente por entre seus dedos... Laços criados.
Ela cresceu, mais um pouco. Foi pra vida. A fita, tão chegada, ficou no passado. Foi esquecida. Não era mais possível combinar os dois mundos. Aquele da fantasia com aquele que tantas vezes a fez rir, chorar, aprender, construir, estudar, viajar, trabalhar, namorar...
Ela, já grande, mas nem tanto de tamanho, nem percebia que colecionava fitas. Simplesmente gostava. De diversas origens. Dos presentes, do embrulho de bolo, de cabelo... E fazia laços. Começava com um nó, depois um laço, outo laço, mais um nó e pronto!
Laços de fitas que enfeitavam suas roupas, seu cabelo de anjo, ainda os sapatos, bolsas e carteira. Em tudo havia uma fita, alguns nós e então laços.
Sempre gostou, nunca entendeu.
Até que numa noite fresca, ouvindo a boa música sem saber de onde veio...ela se lembrou da sua primeira fita. Companheira inseparável, onde conscientemente tudo começou. E foi com um único pensamento que entendeu. Entendeu que apesar desses laços concretos que a acompanhavam desde sempre ela possuía tantos outros. Tão presentes quanto, mas totalmente metafóricos. Laços de família, de amizades, laços de relacionamentos amoroso, laços com vínculo empregatício. Achou poético. E ela também percebeu que eram lindos, fortes, diversos, sinceros. E em outro pensamento percebeu que exatamente no meio deles (dos reais e dos sentimentais) haviam nós. Um emaranhado deles, uma porção deles. Nó. Nós! Ela também se lembrou de nós que ela mesmo desfez ao longo de sua vida, de nós que estavam frouxos, de nós que não ligavam nada a coisa alguma ( não pense você que isso não é possível). Lembrou-se até de nós que ela nunca quis fazer, mas que estavam lá. E esses podiam ligar o nada à coisa alguma e ainda tinha aqueles que se confundiam, estavam ligados entre si.
E nessa mesma noite, onde tantas e outras descobertas foram feitas, onde tantas e outras lembranças invadiram seus pensamentos, a menina das fitas não conseguiu dormir..
Procurou em sua coleção uma que fosse mais parecida com aquela primeira. Era também uma questão de textura. E passou horas, madrugada adentro, debaixo das cobertas, criando histórias, bailando seus dedos, voltando à infância.
domingo, 18 de setembro de 2011
de quatro em quatro
Vancouver.
Escola, festas, amigos, passeios.
Pessoas, descobertas, cervejas, verão
Caminhadas, pontes, flores, conflitos.
Ligações, compras, frisson, baladas.
Julho, Agosto, Setembro, Outubro.
E então...
Invermere
Neve, isolamento, trabalho, aproximação
Culturas, horários, crescimento, inverno.
Alimentação, silêncio, loucura, apoio
Natal, renovação, distância, superação.
Outubro, Novembro, Dezembro, Janeiro.
E voltamos para Vancouver
Azaração, motivação, certezas, paixão.
Central, vista, neve, construção.
Reputação, comida, apartamento, união
Diálogos, fortalecimento, despedida, Brasil.
Fevereiro, Março, Abril, Maio.
E por falar em Brasil...
Surpresa, encontros, desencontros, saudades.
Necessidades, família, visto, audiência,
Carro, festas, presença, importância.
Angustia, medo, lágrimas incertezas.
Junho, Julho, Agosto, Setembro.
Ainda no Brasil
Angustia, medo, lágrimas incertezas.
Obrigações, legalmente, cobranças, doação,
Arrumação, desapego, aprendizado, crescimento.
Tempo, saudades, perdas, lucros.
E foi assim que vivi.
E foi assim que reagi.
E foi assim que senti.
Parece brincadeira, mas não é. Essa contagem está no calendário.
Verdadeira como toda essa experiência.
Que não acabou. Apenas foi recheada com um pequeno e bem vindo "desvio".
E não dá pra parar!
Porque se foi assim que vivi até então, que assim seja até quando tiver que ser. E será!
Escola, festas, amigos, passeios.
Pessoas, descobertas, cervejas, verão
Caminhadas, pontes, flores, conflitos.
Ligações, compras, frisson, baladas.
Julho, Agosto, Setembro, Outubro.
E então...
Invermere
Neve, isolamento, trabalho, aproximação
Culturas, horários, crescimento, inverno.
Alimentação, silêncio, loucura, apoio
Natal, renovação, distância, superação.
Outubro, Novembro, Dezembro, Janeiro.
E voltamos para Vancouver
Azaração, motivação, certezas, paixão.
Central, vista, neve, construção.
Reputação, comida, apartamento, união
Diálogos, fortalecimento, despedida, Brasil.
Fevereiro, Março, Abril, Maio.
E por falar em Brasil...
Surpresa, encontros, desencontros, saudades.
Necessidades, família, visto, audiência,
Carro, festas, presença, importância.
Angustia, medo, lágrimas incertezas.
Junho, Julho, Agosto, Setembro.
Ainda no Brasil
Angustia, medo, lágrimas incertezas.
Obrigações, legalmente, cobranças, doação,
Arrumação, desapego, aprendizado, crescimento.
Tempo, saudades, perdas, lucros.
E foi assim que vivi.
E foi assim que reagi.
E foi assim que senti.
Parece brincadeira, mas não é. Essa contagem está no calendário.
Verdadeira como toda essa experiência.
Que não acabou. Apenas foi recheada com um pequeno e bem vindo "desvio".
E não dá pra parar!
Porque se foi assim que vivi até então, que assim seja até quando tiver que ser. E será!
domingo, 11 de setembro de 2011
Fail?!
O anônimo comentou no outro post "O "Eu queria" eu entendi bem, mas cade o "Eu quero"!! no Presente! Move On!!"
e seriamente eu fiquei pensando nesse "Eu quero" pensei, pensei.. e ai entendi. O meu "eu quero" de fato não tem espaço na minha vida. Não agora. Pelo menos espero que seja mais uma fase.
Eles podem ser secretos. Ou posso definí-los talvez como sonhos que nunca se realizarão. Ai os meus infindáveis quereres.
Daqueles que não adianta contar, dividir. O meu coração sabe. E isso basta. Ou não.
Do que adiantaria expor?
Porque é no acordar-dormir que esses segredos, que os sonhos e os quereres se tornam renováveis.
Mas não uma renovação de esperança. Daquelas que você acredita e tem o poder de correr atrás, lutar e realizar. Concretizar.
É a renovação do "fail". Segundo o dicionário(tradutor do google, na verdade) fail pode ser fracassar, faltar, desapontar,enfraquecer, minguar, enganar-se, não ter efeito..
Tantas definições para apenas um sentimento. Verdades particulares.
E são as coisas da vida.
Elas fazem parte. E eu só não queria que elas fossem tão profundas e marcantes.
Queria mesmo que elas fossem mínimas... E talvez seriam se lá atrás eu não tivesse dado tamanho valor.
E só para deixar registrado, sem tom de dar satisfação. Essas coisas são aquelas não dependem exclusivamente de mim.
Por isso, mais do que nunca, inclusive nessa fase, preciso aprender a lidar com as minhas expectativas sobre ser feliz enquanto esta felicidade depende exclusivamente de outras pessoas...
Não sou fail. Mas tenho me sentindo assim. Pelo menos na maior parte das 24 horas
e seriamente eu fiquei pensando nesse "Eu quero" pensei, pensei.. e ai entendi. O meu "eu quero" de fato não tem espaço na minha vida. Não agora. Pelo menos espero que seja mais uma fase.
Eles podem ser secretos. Ou posso definí-los talvez como sonhos que nunca se realizarão. Ai os meus infindáveis quereres.
Daqueles que não adianta contar, dividir. O meu coração sabe. E isso basta. Ou não.
Do que adiantaria expor?
Porque é no acordar-dormir que esses segredos, que os sonhos e os quereres se tornam renováveis.
Mas não uma renovação de esperança. Daquelas que você acredita e tem o poder de correr atrás, lutar e realizar. Concretizar.
É a renovação do "fail". Segundo o dicionário(tradutor do google, na verdade) fail pode ser fracassar, faltar, desapontar,enfraquecer, minguar, enganar-se, não ter efeito..
Tantas definições para apenas um sentimento. Verdades particulares.
E são as coisas da vida.
Elas fazem parte. E eu só não queria que elas fossem tão profundas e marcantes.
Queria mesmo que elas fossem mínimas... E talvez seriam se lá atrás eu não tivesse dado tamanho valor.
E só para deixar registrado, sem tom de dar satisfação. Essas coisas são aquelas não dependem exclusivamente de mim.
Por isso, mais do que nunca, inclusive nessa fase, preciso aprender a lidar com as minhas expectativas sobre ser feliz enquanto esta felicidade depende exclusivamente de outras pessoas...
Não sou fail. Mas tenho me sentindo assim. Pelo menos na maior parte das 24 horas
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Eu queria...
Eu queria ter passado meu aniversário
Eu queria ter assistido os jogos da final da Stanley Cup,
Eu queria ter comemorado o início do verão
Eu queria ter visto os fireworks em Kits Beach
Eu queria ter abraçado a Marcele, o Wilson e o Arthur em seus respectivos aniversários (em Vancouver)
Eu queria ter tomado sol nos parques e nas praias
Eu queria ter feito picnics no Stanley
Eu queria ter visto o por do sol tomando sorvete da Marble.
Mas ao contrário de tudo isso eu:
Passei meu aniver ao lado da família
Dormi no jogo final da Stanley
Senti frio, mesmo estando encapotada
Senti calor sem poder ir pra praia
Conversei virtualmente com os aniversariantes
Fiz muitos sucos, lanches, almoços, docinhos, bolos...
Por do sol?? Quando vejo já foi
Mas tb fui ao cinema, comi pipoca, brinquei de cabaninha, fui a outros aniversários, reencontrei parte de Vancouver em SP.
Eu dou valor a isso tudo, não sou ingrata muito menos mal agradecida... Mas é fato que eu gostaria que tudo tivesse sido beeeeem diferente....
----
Fiz algumas alterações no tempo verbal...
Eu queria ter assistido os jogos da final da Stanley Cup,
Eu queria ter comemorado o início do verão
Eu queria ter visto os fireworks em Kits Beach
Eu queria ter abraçado a Marcele, o Wilson e o Arthur em seus respectivos aniversários (em Vancouver)
Eu queria ter tomado sol nos parques e nas praias
Eu queria ter feito picnics no Stanley
Eu queria ter visto o por do sol tomando sorvete da Marble.
Mas ao contrário de tudo isso eu:
Passei meu aniver ao lado da família
Dormi no jogo final da Stanley
Senti frio, mesmo estando encapotada
Senti calor sem poder ir pra praia
Conversei virtualmente com os aniversariantes
Fiz muitos sucos, lanches, almoços, docinhos, bolos...
Por do sol?? Quando vejo já foi
Mas tb fui ao cinema, comi pipoca, brinquei de cabaninha, fui a outros aniversários, reencontrei parte de Vancouver em SP.
Eu dou valor a isso tudo, não sou ingrata muito menos mal agradecida... Mas é fato que eu gostaria que tudo tivesse sido beeeeem diferente....
----
Fiz algumas alterações no tempo verbal...
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
rescaldos....
Acabo de ouvir na tv: É preciso ter coragem.
E sim... muita coragem mesmo.
Não venho aqui há dias, isso é sinal que não tenho conseguido minimamente organizar meus pensamentos e sentimentos.
Tenho tentado arduamente manter compostura, fé, coragem e acima de tudo civilidade.
Algumas pessoas me perguntam como estou e quando conto parte ou toda a minha epopeia a resposta é em coro: COMO É QUE VOCÊ CONSEGUE?
Pois eu não sei. Não sei mesmo.
Não sei de onde vem tanta força.
Tenho feito muitas coisas erradas com a intenção de acertar..
Tenho tentado ao máximo me ocupar e não me culpar.
Mas tenho sido muito mais pelos outros do que por mim mesma.
E tenho contabilizado lágrimas.
E sim... muita coragem mesmo.
Não venho aqui há dias, isso é sinal que não tenho conseguido minimamente organizar meus pensamentos e sentimentos.
Tenho tentado arduamente manter compostura, fé, coragem e acima de tudo civilidade.
Algumas pessoas me perguntam como estou e quando conto parte ou toda a minha epopeia a resposta é em coro: COMO É QUE VOCÊ CONSEGUE?
Pois eu não sei. Não sei mesmo.
Não sei de onde vem tanta força.
Tenho feito muitas coisas erradas com a intenção de acertar..
Tenho tentado ao máximo me ocupar e não me culpar.
Mas tenho sido muito mais pelos outros do que por mim mesma.
E tenho contabilizado lágrimas.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
da vontade de mandar tudo pro espaco.
Pq tem horas que eh assim.
Pq tem coisa que nao desce.
Estou ha meses esperando ESPERANDO impotentemente por um papel carimbado.
Mesmo ja tendo o permissao legal para estar no pais, nao posso embarcar.
Nao quero explicar o que, porque ou como.
So queria mesmo eh fazer algo pra tirar esse ODIO de dentro de mim.
Pq nao ha nada pior do que estar nas maos de pessoas que nao te conhecem e que nao dao a minima.
Agora, assassino recebe permissao PERMANENTE pra sassaricar por aqui.
Pq assassino que atropela a 150 km/h recebe habeas corpus
Pq a porra desse estadio da copa do mundo vai levar os cofres publicos, digo meu, seu, nosso a falencia e o povo so ta preocupado com o circence...
Ha filas e filas de gnt doente a espera de medicacao nos hospitais e os lindinhos, abonados dos representantes do povo tao por ai ou por la gastando seus miseros salarios.
Pq tem gnt que convive comigo que nao vale o ar que respira...
E eu aqui.... prostrada, de maos atadas esperando e esperando....
Ja gritei, ja esperniei, ja esmurrei e nada disso adiantou. Nem fisica, nem psicologicamente..
por isso que eu quero mmo eh que o mundo se exploda...
Pq tem coisa que nao desce.
Estou ha meses esperando ESPERANDO impotentemente por um papel carimbado.
Mesmo ja tendo o permissao legal para estar no pais, nao posso embarcar.
Nao quero explicar o que, porque ou como.
So queria mesmo eh fazer algo pra tirar esse ODIO de dentro de mim.
Pq nao ha nada pior do que estar nas maos de pessoas que nao te conhecem e que nao dao a minima.
Agora, assassino recebe permissao PERMANENTE pra sassaricar por aqui.
Pq assassino que atropela a 150 km/h recebe habeas corpus
Pq a porra desse estadio da copa do mundo vai levar os cofres publicos, digo meu, seu, nosso a falencia e o povo so ta preocupado com o circence...
Ha filas e filas de gnt doente a espera de medicacao nos hospitais e os lindinhos, abonados dos representantes do povo tao por ai ou por la gastando seus miseros salarios.
Pq tem gnt que convive comigo que nao vale o ar que respira...
E eu aqui.... prostrada, de maos atadas esperando e esperando....
Ja gritei, ja esperniei, ja esmurrei e nada disso adiantou. Nem fisica, nem psicologicamente..
por isso que eu quero mmo eh que o mundo se exploda...
domingo, 5 de junho de 2011
Vou pra onde?
De Brasil foram 22 dias, até hoje.
Pessoas que vi e matei saudades.
Das que não vi... sinto muito. Queria muito ter podido, mas tem coisas que não dependem apenas de mim, não é?
Foi corrido, foi tenso. Foi bom.
Ficar com minha família, com minhas avós, meu cachorro...
Rever alguns dos meus amigos, dirigir, comer milho cozido.
Dormir até tarde, dormir a tarde.
Enjoar do Outback (oO), tomar caipirinha e comer pão na chapa.
Entristecer ao pedir um pingado e recebê-lo em uma xícara: "moço, cadê o copo??"
ter sua cutícula tirada por uma profissional e ganhar abraços saudosos.
Escolher produtos por catálogo (Oi Natura!)
Comer quitutes no 'buteco', devorar um camafeu.
Ganhar presentes, estar presente.
Dar banho na minha avó, simplesmente porque ela é linda! Justo ela que me deu tantos banhos quando eu cabia apenas na palma da mão dela. Décadas lá atrás.
Estar diante de uma juíza. Ser conhecida como a filha que mora no Canadá.
Brigar com a irmã - tem coisas que o Skype não faz por vc!!
Ver (sofrer com) os jogos do Canucks com transmissão em português.
Cruzar a cidade só pra matar parte das saudades e de quebra comer bem!
Procurar algo bom na tv e se deparar com o programa comédia chamado Emergência 24 horas #not..
Usar uma net leeeeeeeeeeeeeeeeeeeeenta (não to reclamando... apenas comparando...)
Sentir saudades de coisas que vc não imagina existir e que, de repente vc percebe que é difícil viver sem.
Contar suas histórias, causos e algumas pessoas simplesmente não se importarem. Então porque pergunta...
Ter mais piadas internas do que vc imaginava. Pena que muitas delas só funcionam em outro hemisfério.
E pra onde mesmo que estou indo?
Vancouver, babe. Acctually - Suncouver!
Por quanto tempo?
Só mesmo ele (o tempo) e Ele (Deus) é que sabem.
Boa viagem pra mim.
Boa vida para aqueles que "deixo"
Pessoas que vi e matei saudades.
Das que não vi... sinto muito. Queria muito ter podido, mas tem coisas que não dependem apenas de mim, não é?
Foi corrido, foi tenso. Foi bom.
Ficar com minha família, com minhas avós, meu cachorro...
Rever alguns dos meus amigos, dirigir, comer milho cozido.
Dormir até tarde, dormir a tarde.
Enjoar do Outback (oO), tomar caipirinha e comer pão na chapa.
Entristecer ao pedir um pingado e recebê-lo em uma xícara: "moço, cadê o copo??"
ter sua cutícula tirada por uma profissional e ganhar abraços saudosos.
Escolher produtos por catálogo (Oi Natura!)
Comer quitutes no 'buteco', devorar um camafeu.
Ganhar presentes, estar presente.
Dar banho na minha avó, simplesmente porque ela é linda! Justo ela que me deu tantos banhos quando eu cabia apenas na palma da mão dela. Décadas lá atrás.
Estar diante de uma juíza. Ser conhecida como a filha que mora no Canadá.
Brigar com a irmã - tem coisas que o Skype não faz por vc!!
Ver (sofrer com) os jogos do Canucks com transmissão em português.
Cruzar a cidade só pra matar parte das saudades e de quebra comer bem!
Procurar algo bom na tv e se deparar com o programa comédia chamado Emergência 24 horas #not..
Usar uma net leeeeeeeeeeeeeeeeeeeeenta (não to reclamando... apenas comparando...)
Sentir saudades de coisas que vc não imagina existir e que, de repente vc percebe que é difícil viver sem.
Contar suas histórias, causos e algumas pessoas simplesmente não se importarem. Então porque pergunta...
Ter mais piadas internas do que vc imaginava. Pena que muitas delas só funcionam em outro hemisfério.
E pra onde mesmo que estou indo?
Vancouver, babe. Acctually - Suncouver!
Por quanto tempo?
Só mesmo ele (o tempo) e Ele (Deus) é que sabem.
Boa viagem pra mim.
Boa vida para aqueles que "deixo"
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Um novo tempo?
Estou no Brasil.
Faz uma semana.
Estou me sentindo mal.
Não sei o que é.
Sinto um aperto no peito.
Uma vontade de correr.
Sumir.
Feliz e triste.
Ambígua mais do que nunca.
Não quero ser mal agradecida.
Mas o contrário me parece verdadeiro.
Encontros.
Telefonemas.
Mas ainda assim, não me sinto completa.
Sinto faltas. Sinto vontades.
Sinto distante.
Perdida.
Acordei com um coração batendo diferente do normal.
Não sei o que é isso.
Mal presságio??????
Sonhos estranhos essa noite.
Prazer e lágrimas.
Queria voltar a saber o que eu queria.
Queria ter o que querer.
Me sinto numb...
Confusa.
Perdida.
Pobre.
Timeless...
Faz uma semana.
Estou me sentindo mal.
Não sei o que é.
Sinto um aperto no peito.
Uma vontade de correr.
Sumir.
Feliz e triste.
Ambígua mais do que nunca.
Não quero ser mal agradecida.
Mas o contrário me parece verdadeiro.
Encontros.
Telefonemas.
Mas ainda assim, não me sinto completa.
Sinto faltas. Sinto vontades.
Sinto distante.
Perdida.
Acordei com um coração batendo diferente do normal.
Não sei o que é isso.
Mal presságio??????
Sonhos estranhos essa noite.
Prazer e lágrimas.
Queria voltar a saber o que eu queria.
Queria ter o que querer.
Me sinto numb...
Confusa.
Perdida.
Pobre.
Timeless...
sábado, 23 de abril de 2011
Já fui...
Filha, neta, amiga, namorada, empregada, mãezona, motorista, confidente, viajante, passageira, assaltada, frequentadora, magra, traída, estudante, colecionadora, amante, rica, feliz, saudável, musical, tocada, motivo de chacota, bêbada, piadista, cozinheira, mala sem alça, bronzeada, delinquente, consumidora, vidente, aplaudida, demitida, preterida, homenageada, querida, desejada, vibrante, consolada, ex, justa, periguete, faceira, desconhecida, confundida, depressiva, paciente, testada, profissional, beijoqueira,ignorada, pintada, enrolada, perfumada, tatuada, repetitiva.
Já fui chata, mimada, corajosa, sabida, sortuda, alimentada, perfurada, abusada, bruxa, popular, silenciosa, romântica, dramática, dorminhoca, esperta, veloz, intimada, bem beijada, bem tratada, cortejada, apedrejada, invejosa, sonhadora, dona, moleca, jogadora, sabichona, ladra, calada, indiferente, igual, metódica, respirável, incapaz, impossível, difícil, falsa, machucada, podada, divertida, religiosa, gostosa, louca, impulsiva...
Mas, com tantos atributos assim, fica difícil lembrar/saber/entender/enxergar que antes de mais nada sou mulher...
Já fui chata, mimada, corajosa, sabida, sortuda, alimentada, perfurada, abusada, bruxa, popular, silenciosa, romântica, dramática, dorminhoca, esperta, veloz, intimada, bem beijada, bem tratada, cortejada, apedrejada, invejosa, sonhadora, dona, moleca, jogadora, sabichona, ladra, calada, indiferente, igual, metódica, respirável, incapaz, impossível, difícil, falsa, machucada, podada, divertida, religiosa, gostosa, louca, impulsiva...
Mas, com tantos atributos assim, fica difícil lembrar/saber/entender/enxergar que antes de mais nada sou mulher...
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Nasceu!
Longe de casa...
Longe da minha cama....
Longe da minha mãe, da minha avó, da minha irmã, das mulheres da minha vida...
Longe do meu pai, do meu irmão e dos homens da minha vida...
Longe do meu cachorro e do meu carro...
Longe das minhas comidas preferidas,
Longe dos meus lugares e dos chieiros que eu reconhecia só de pensar. Hoje... apenas lembranças...
Longe da minha raíz
Longe das minhas manias,
Longe dos meus cds
Longe do meu conforto
Longe dos meus pertences....
Não quero dizer das conquistas que tive aqui... não quero medir ganhos e perdas... Pq eh assim que a vida é...nao se pode ter tudo o que se quer....
NÃO SE PODE TER TUDO O QUE SE QUER....
Longe da minha cama....
Longe da minha mãe, da minha avó, da minha irmã, das mulheres da minha vida...
Longe do meu pai, do meu irmão e dos homens da minha vida...
Longe do meu cachorro e do meu carro...
Longe das minhas comidas preferidas,
Longe dos meus lugares e dos chieiros que eu reconhecia só de pensar. Hoje... apenas lembranças...
Longe da minha raíz
Longe das minhas manias,
Longe dos meus cds
Longe do meu conforto
Longe dos meus pertences....
Não quero dizer das conquistas que tive aqui... não quero medir ganhos e perdas... Pq eh assim que a vida é...nao se pode ter tudo o que se quer....
NÃO SE PODE TER TUDO O QUE SE QUER....
sexta-feira, 25 de março de 2011
Descompressão...
As vezes me preocupo demais com o que você vai pensar de mim.
E é idiotice.
Porque eu não sou perfeita. Mas você me faz querer que eu seja melhor.
Um melhor que eu não posso ser. Porque é um melhor idealizado por mim. E que talvez voce nem se importe. Pq a minha preocupação não tem qualquer fundamento. Eu não sei o que você pensa. Eu acabo me importando com o que nem forma tem.
Fato é:
Já me estraguei demais. E não sei se eu quero que você me veja por debaixo daquilo que me cobre e que na verdade eu apenas uso para me esconder. Mais.
Damaged. Broken. Scared. Addicted. Human.
Dos desejos que eu tenho. Mantenho em segredo.
Dos segredos que tenho. Alimento os desejos.
Da fome que sinto, me farto de nada.
Mas não tenho fundo. Não tenho parada.
Das dores físicas que sinto nenhum remédio é capaz de amenizar.
Das demais, aquelas que eu sofro, nem filosofia, química, música, psicologia. Nem beijo, nem palavras, nem fotos, nem abraço.
Parece coisa eterna. Que por mais que eu tente me focar, por mais que eu tente me objetivar, uma contra força vem e me impede de levantar, erguer e seguir em frente. Mesmo que esse em frente seja lateralmente. De qualquer forma não saio do lugar.
Mas ao mesmo tempo corro para tentar entender e decifrar esses mistérios. Me canso.
Nem eu e nem você.
Mas apenas eu.
---
20 minutos depois de fazer esse post, de mandar um email pro meu BFF.... quebro um copo na cozinha.
Seria um sinal....
Pq qdo estou no estado que estou qualquer coisa se torna motivi de achismo.
Sempre acreditei que qdo alguma coisa se quebra (copo, prato...) um mal eh evitado.
Não é apenas um copo que se quebra.
Porque segundos antes da queda eu pensei em atirá-lo na parede. E vi em câmera lenta, ele caindo e não fiz nada para evitar.
Porque "Quebrar" é/era inevitável. Fosse com a minha ação de arremessá-lo, fosse com a queda em si.
Teorizando, racionalizando...
Ta na hora do Cymbalta??
E é idiotice.
Porque eu não sou perfeita. Mas você me faz querer que eu seja melhor.
Um melhor que eu não posso ser. Porque é um melhor idealizado por mim. E que talvez voce nem se importe. Pq a minha preocupação não tem qualquer fundamento. Eu não sei o que você pensa. Eu acabo me importando com o que nem forma tem.
Fato é:
Já me estraguei demais. E não sei se eu quero que você me veja por debaixo daquilo que me cobre e que na verdade eu apenas uso para me esconder. Mais.
Damaged. Broken. Scared. Addicted. Human.
Dos desejos que eu tenho. Mantenho em segredo.
Dos segredos que tenho. Alimento os desejos.
Da fome que sinto, me farto de nada.
Mas não tenho fundo. Não tenho parada.
Das dores físicas que sinto nenhum remédio é capaz de amenizar.
Das demais, aquelas que eu sofro, nem filosofia, química, música, psicologia. Nem beijo, nem palavras, nem fotos, nem abraço.
Parece coisa eterna. Que por mais que eu tente me focar, por mais que eu tente me objetivar, uma contra força vem e me impede de levantar, erguer e seguir em frente. Mesmo que esse em frente seja lateralmente. De qualquer forma não saio do lugar.
Mas ao mesmo tempo corro para tentar entender e decifrar esses mistérios. Me canso.
Nem eu e nem você.
Mas apenas eu.
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20 minutos depois de fazer esse post, de mandar um email pro meu BFF.... quebro um copo na cozinha.
Seria um sinal....
Pq qdo estou no estado que estou qualquer coisa se torna motivi de achismo.
Sempre acreditei que qdo alguma coisa se quebra (copo, prato...) um mal eh evitado.
Não é apenas um copo que se quebra.
Porque segundos antes da queda eu pensei em atirá-lo na parede. E vi em câmera lenta, ele caindo e não fiz nada para evitar.
Porque "Quebrar" é/era inevitável. Fosse com a minha ação de arremessá-lo, fosse com a queda em si.
Teorizando, racionalizando...
Ta na hora do Cymbalta??
quarta-feira, 23 de março de 2011
Da série: Pessoas de Vancouver - Cap 4 - Rodolfo
Prazer Rodolfo, brasileiro, 24 anos, solteiro.
Isso é uma das maneiras que ele mesmo se apresenta para as pessoas. Digo, para as pessoas do sexo feminino, claro.
Mas definitivamente isso não resume (aliás, não chega nem perto)de dizer o que o Rods é.
Ele é um fofo. Daqueles bem criados, que toda mãe se orgulha. Super geração saúde, está aprendendo a cozinhar ( e olha que o arroz dele é de babar!!!), já aprendeu a lavar roupa, é educado, responsável. De confiança.
Além de tudo ele é meu roomatte. Dividimos um cafofo super massa. Mas acima disso: Somos de um tudo um para o outro. Porque nos dias que eu precisei de um colo de irmão ele estava lá para dizer que tudo ficaria bem. E foi assim quando eu precisei de um pai pra pegar no meu pé, quando precisei de um amigo para dividir comigo a(s) minha(s) ressaca(s) moral(is). Quando ele está triste eu fico preocupada, qdo ele fica feliz comemoramos juntos.
Ele já me viu de bom humor, de péssimo humor, já me viu com TOC, já me ouviu roncando, já me viu ao acordar, já me viu produzida... Já ouviu meus lamúrios, já fez muito por mim.
E faz sempre. E faz todos os dias. Seja me desejando um sincero bom dia, seja fazendo um chazinho antes de dormir.
Como já falei não sei como seria a minha vida sem esses meu amigos Vancouverianos, nao é??
Pois é.. não imagino minha vida sem o Rodolfo. E já prevendo um futuro onde não nos veremos todos os dias, ambos voltaremos (ou não) para o Brazil... me dá uma tristeza e meus olhos ficam .... enfim.. coisas do futuro certo??
Enqto isso vou aproveitar para mimar o meu garoto.
Rods, você é um presententão na minha vida.
QUe seus sonhos TODOS se concretizem!!
Amo vc, matte!!
Isso é uma das maneiras que ele mesmo se apresenta para as pessoas. Digo, para as pessoas do sexo feminino, claro.
Mas definitivamente isso não resume (aliás, não chega nem perto)de dizer o que o Rods é.
Ele é um fofo. Daqueles bem criados, que toda mãe se orgulha. Super geração saúde, está aprendendo a cozinhar ( e olha que o arroz dele é de babar!!!), já aprendeu a lavar roupa, é educado, responsável. De confiança.
Além de tudo ele é meu roomatte. Dividimos um cafofo super massa. Mas acima disso: Somos de um tudo um para o outro. Porque nos dias que eu precisei de um colo de irmão ele estava lá para dizer que tudo ficaria bem. E foi assim quando eu precisei de um pai pra pegar no meu pé, quando precisei de um amigo para dividir comigo a(s) minha(s) ressaca(s) moral(is). Quando ele está triste eu fico preocupada, qdo ele fica feliz comemoramos juntos.
Ele já me viu de bom humor, de péssimo humor, já me viu com TOC, já me ouviu roncando, já me viu ao acordar, já me viu produzida... Já ouviu meus lamúrios, já fez muito por mim.
E faz sempre. E faz todos os dias. Seja me desejando um sincero bom dia, seja fazendo um chazinho antes de dormir.
Como já falei não sei como seria a minha vida sem esses meu amigos Vancouverianos, nao é??
Pois é.. não imagino minha vida sem o Rodolfo. E já prevendo um futuro onde não nos veremos todos os dias, ambos voltaremos (ou não) para o Brazil... me dá uma tristeza e meus olhos ficam .... enfim.. coisas do futuro certo??
Enqto isso vou aproveitar para mimar o meu garoto.
Rods, você é um presententão na minha vida.
QUe seus sonhos TODOS se concretizem!!
Amo vc, matte!!
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