Mostrando postagens com marcador pensamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pensamentos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de julho de 2012

E então..

Meses, sem uma simples palavra. Sem uma simples expressão do que sinto, sei, aprendi. Isso não signifca silêncio do lado de cá! Não... muito pelo contrato. Ebulição total. Relacionamentos, trabalho, notícias, apreensão... Em resumo com mais detalhes: muito trabalho graças a Deus. Meu sobrinho nascendo prematuramente, kilos a menos, pilates sempre, pessoas, sensações, aniversário, Canadá diariamente mesmo a km de distância! Minha avó, minha família. Tantos questionamentos sem respostas. Isso é tão difícil de lidar. Algumas lágrimas, um amor que não me pertence! Saudades com mtos nomes, formas e cheiros.. Mas ... como eu disse outro dia (e estou colocando aqui para não perder a escrita) Em 25/07 Há uma semana meu corpo, minha mente estavam prestes a experimentar uma das mais incríveis sensações. Porque não dizer também que foi a mais estranha. Há uma semana minha vida também ganhou um novo rumo... Hoje penso melhor no que comer, como me portar, como agir com o próximo... como pensar e planejar o meu futuro e qual impacto disso tudo. Nunca te toquei. Te vi uma única vez, por menos de 30 miunutos... Mas sempre que penso em você, sempre que falo de você, me emociono. E não é pra menos. Você é a continuidade da minha vida, é por você que tenho acordado mais feliz, tenho rezado com mais fé e tenho acreditado que todos os meus medos... são nada diante da força que você me dá! Obrigada meu pequeno grande guerreiro! A titia (lelé da cuca) te ama demais! #TeamBernardo

segunda-feira, 14 de março de 2011

Pequenos Prazeres

Esse título me faz lembrar um filme...
Le fabuleux destin d'Amélie Poulain - O fabuloso destino de Amelie Poulain.
Lembro-me como foi a ida ao cinema para assistí-lo. Um dia de chuva pesada em São Paulo. Mas a indicação era valiosa. Internacional. Eu não poderia perder a oportunidade mesmo. E lá estava eu. Toda molhada, sem sapatos(ensopados), mas bem aconchegada no amado escurinho do cinema.
O filme, bem... se tornou um dos meus favoritos. Linda fotografia, o danado chega a ter gosto de cereja. É lírico, poético. Mágico.
Ele fala de tantas coisas e mostra tantas outras... Mas a minha intenção aqui é colocar para fora alguns pequenos prazeres que eu sinto. Assim como a Amélie do filme a Amália aqui também adora enfiar a minha mão dentro de um saco cheio de grãos (feijão, arroz...), assim como ela imaginar, fantansiar histórias por de trás de objetos, pessoas...
Tenho vivido um tempo parado. Um tempo que não faço outra coisa que não seja procurar por emprego, assistir seriados numa sequência quase que desenfreada, trocar o dia pela noite e ainda assim dormir pouco.
Lembro-me de uma sessão na terapia quando a Adri dizia que a força que se faz para mudar um hábito é muito superior à força que você usa para manter os que não são tão bons para você ( como parar de beber, começar uma dieta...)
Pois é. É essa força que eu tenho procurado para sair dessa roda giratória de """maus""" hábitos.
Por isso pequenos prazeres. Não estou menosprezando o valor ou o tamanho dele. Penso em pequeno como algo confortável. Cozy.
Tenho cozinhado. E tenho adorado o exercício de picar a cebola, de cronometrar o tempo para que tudo fique pronto no mesmo simultaneamente. Tiro fotos, ganho elogios. Fico feliz!
Tenho me exercitado. Ido mesmo para a academia. Quem me conhece sabe que já fiz muitas carteirinhas, já fiz muito charme e manhã para ir e continuar treinando. Sinto verdadeiramente que essa vez é diferente. Vou aos poucos. Sem objetivos grandiosos. Um minuto por vez. E por incrível que pareça estou me rendendo e gostando. Não tiro fotos e nem vem ao caso ganhar elogios. Mas eu fico feliz e orgulhosa. Por mim.
Esse final de semana não coloquei a cara pra fora de casa. A não ser para comprar um café puro no Starbucks. Fiquei de pijama, deitada no colchão-sofá na sala, grudada no note, massacrando meu cérebro com seriados. Mas tive companhia. Tomei sorvete do pote. Ri. Chorei. Me senti fora de mim. Sem problemas, sem preocupações.
Não pessoas. Não estou fugindo, não estou me iludindo. Tenho ciência de que na realidade nada mudou. Mas eu fiquei menos focada. As vezes não há nada para se fazer. E também, fazer nada é fazer muito.
Música... Ai a música. Seja em programas de tv, seja no IPod. seja na academia, seja no banho. Viajo, fico longe, tenho pensamentos, sensações e reações físicas.
Tenho olhado muito pela janela. Confesso que a curiosidade pela vida alheia sempre foi grande. Mas não pela fofoca. Mas as vezes é preciso se lembrar que há vida fora de você. E olha novamente a criação de histórias sobre a vida alheia. (o engraçado é quando um personagem aporta no seu apartamento. A realidade se confunde com a fantasia... é uma sensação doida...)
E o que falar do melhor dos prazeres.. O amor..
Mas ele.. aaahhhh ele não é pequeno. Ele é gigantesco. Ele nem mereceria estar aqui. Porque afinal de contas. É o amor, né. Aquele que sempre tem espaço em qualquer papo de mulher (seja falando bem ou mal), ou na bronca de pai para filho. Ou nas lembranças avivadas pelos sonhos loucos das poucas horas de sono.
São 04 da manhã. Já bocejei. Já até escovei meus dentes. Mas a cabeça não quer se entregar a esse prazer que é dormir.
Mas seja lá como for.. É hora de ir. Me entregar aos braços de Morfeu.
Prazer e prazeres!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Sem mais para o momento...


Gosto de olhar pela janela.
Gosto de estar lá fora e sentir o sol aquecendo o vento gelado que bate no meu rosto.
Isso me faz lembrar de você.

Acho que vou tomar um sorvete. Ou um chocolate quente.
Me perco nessa ambiguidade de sensações.
Fico numa ansiedade acelerada.
Declarada.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Atualidade/ Atualmente

Como isso tudo é louco.
Como um dia é 8 e no outro 80 e no outro... 88888888888
Uma piração.
Momento para reflexão do ano que em breve termina??
Não sei, parece que dentro de mim não está acabando... Estou no meio de algo que não sei. Mas ao mmo tempo posso estar quase no final... Confusa e com uma neblina diante dos meus olhos que não consigo ao menos enxergar meus pés (figurativamente = minha raíz)
Com isso não sei para onde ir. Se devo ficar e esperar clarear. Se me atrevo, aventureiramente, a cruzar esses caminho, espaço... enfim...
Em conversa com meu querido amigo Marcelo Manoel e concluímos que:
Não tem certo ou errado não tem regra.. e o ser humano se habitua desde bebê com regras.. e qdo nao tem... fica perdido.
Vc tem hora para fazer tudo. Para comer, para dormir, tomar banho, ir para a escola. Até ai é fácil. Essas decisões da vida são fáceis de serem tomadas.
Quero ver você lidar com a vontade de morar no Canadá, trabalhar, estudar ... mas ao mesmo tempo tem um coração sendo maltratado com tamanha saudade de casa. Nem quero mencionar pessoas (por razões óbveas para não deixar o choro sair...), mas sinto falta do meu quarto, do meu carro, dos caminhos que eu percorria, da comida com um sabor especial... de almoçar com as pessoas,
Como colocar isso numa balança? Como lidar com sentimentos tão ambíguos e ao mesmo tempo tão solidários? Que critérios usar?
Eu tenho muitas perguntas. E sei que as respostas virão com o tempo. E o que irrita é saber disso. E ai tenho mais uma pergunta: quando?
To me tornando até repetitiva.. mas são as circunstâncias..
E minha cabeça não para de perguntar e perguntar e perguntar.......